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Os produtos mais vendidos no natal de 2009 internet

Os produtos mais vendidos no natal de 2009

  1. Livros
  2. Eletrodomésticos (impulsionado pela redução do IPI)
  3. Saúde e beleza.
  4. Informática
  5. Eletrônicos

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/12/30/comercio-eletronico-brasileiro-fatura-r-1-6-bilhao-no-natal/

Lojas Virtuais – Conceito

Muito embora toda loja virtual seja um website, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços on-line.
Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras.
Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line.

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Hoje ainda existem formais mais baratas e cômodas para qualquer um começar a fazer sua loja virtual, de uma maneira rápida eficaz e sem precisr de um investimento inicial elevado, hoje em dia com R$ 300,00 reais você consegue abrir um e-commerce mesmo sem cnpj e com formas de pagamento parcelado por cartão de crédito.

Vale muito investir neste mercado pois cresce a cada, e mais e mais pessoas acessam a internet, principalmente no Brasil.

Fonte:http://www.e-commerce.org.br/

Comércio eletrônico no Brasil movimenta 8,2 bilhões de reais em 2008

O comércio eletrônico brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais no ano de 2008, segundo balanço prévio divulgado pela consultoria e-bit. O número representa um aumento de 30% em comparação ao faturado pelas operações brasileiras de e-commerce no Brasil durante 2007, quando foi registrada receita de 6,3 bilhões de reais.

Segundo a consultoria, o tíquete médio do brasileiro em 2008 foi de 328 reais, com destaque óbvio para o período de compras natalinas, onde o tíquete médio de 346 reais por consumidor eletrônico fez com que o setor movimentasse 1,25 bilhão de reais.
Para 2009, o e-bit prevê que o setor movimente 10 bilhões de reais, o que representaria uma alta de 20% a 25% – dez pontos percentuais de crescimento na comparação com 2008, valor considerado bom pela e-bit frente à crise econômica mundial.

Entre os motivos que impulsionaram o e-commerce brasileiro durante 2008 mesmo com a freada da economia mundial estão a crescente profissionalização das lojas, o maior conhecimento do brasileiro sobre as vantagens de compra online e a entrada de tradicionais player no comércio eletrônico. A versão final do relatório com dados sobre o comércio eletrônico brasileiro da e-bit, chamado de WebShoppers , será publicado na primeira quinzena de fevereiro.

Fonte: IDG now

Internet vira aposta do varejo no Natal

Grupos varejistas com lojas no mundo real e no virtual estão contando mais do que nunca com o braço eletrônico de sua operação para aumentar o faturamento na semana do Natal, mesmo diante da crise financeira. Estimativas da consultoria e-bit indicam que, entre 15 e 24 de dezembro, as vendas on-line chegarão a R$ 1,35 bilhão, 25% superiores às do mesmo período de 2007. Apesar do otimismo, previa-se que o índice seria de 40% antes de a crise atingir a economia real. “Os brasileiros estão preocupados, mas irão às compras”, diz Pedro Guasti, presidente da e-bit. Pesquisa do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA-USP mostra que, neste Natal, 21% dos consumidores comprarão pela rede, contra 11,6% no de 2007.

Segundo Paula Carvalho Pereda, pesquisadora do Provar, a intenção de compra pela internet quase dobrou, enquanto no varejo tradicional praticamente não houve alteração. “Só 74% dos consumidores pretendem fazer compras nas lojas tradicionais neste ano, contra 73,8% em 2007″, diz Pereda.

Nesse mesmo período, o número de consumidores eletrônicos passou de 9,5 milhões para 13 milhões, crescimento de 37%. A receita prevista para este ano é de R$ 10 bilhões, contra os R$ 6,3 bilhões registrados em 2007. “Hoje 25% dos internautas compram pela rede”, afirma Guasti. Há três anos, esse índice não chegava a 10%.

Comodidade e preço
Vários motivos explicam a preferência dos consumidores pelo varejo eletrônico. O primeiro é prático. “Não tenho tempo e as lojas nesta época ficam lotadas”, diz Manoel Netto, gerente de uma empresa de criação de produtos. “Pesquisei produtos e preços e já escolhi tudo. Entregam na minha casa, com embalagem especial.”

Mas é o preço a principal atração da internet. Segundo o Provar, algumas categorias apresentam deflação nos últimos 12 meses, queda que não ocorre no varejo convencional.  A pesquisa do Provar revela que, no acumulado do ano, as maiores quedas foram as de aparelhos celulares (19,93%), seguidas pelas de eletroeletrônicos (12,72%) e bens de informática (11,85%). Há dois anos, CDs, livros e DVDs tinham mais saída pela internet. “Agora são eletrônicos e bens de informática,” diz Guasti.

Além disso, as facilidades de pagamento pela internet são maiores. “Boa parte dos produtos mais caros continua sendo parcelada em até 12 vezes”, afirma Guasti. “No varejo tradicional dá para pagar em até seis vezes no cartão de crédito. Dez vezes já é difícil de achar.”

As previsões de vendas na internet são otimistas porque os produtos deverão ter aumento só no próximo trimestre. As dificuldades de crédito, no entanto, também se repetem na rede.

Fonte: Folha de São Paulo

E-commerce cresce 25% este Natal, diz e-bit

Projeção do e-bit prevê alta de 25% nas vendas online de fim de ano sobre o Natal de 2007. Para consultoria, crise não afeta setor. Apesar das notícias de crise econômica e alta do dólar, a e-bit prevê que o e-commerce brasileiro vá faturar 25% mais neste final de ano do que fez em igual período de 2007.

A análise prevê que as lojas eletrônicas se beneficiem do período de alta no consumo e da injeção de recursos no mercado gerada pelo pagamento do 13º salário aos trabalhadores com carteira assinada.

Além disso, diz o instituto, a maior confiança nas lojas online e a expansão da inclusão digital devem atrair para o comércio eletrônico maior número de usuários que não têm tempo ou paciência para ir às compras em shoppings centers, que tradicionalmente ficam lotados no período de final de ano.

Se os cálculos do e-bit estiverem corretos, o setor vai faturar neste final de ano R$ 1,35 bilhões, frente R$ 1,082 bilhões faturado na temporada de compras de 2007. A e-bit afirma que as maiores opções de crédito disponíveis em lojas eletrônicas devem atrair mais consumidores na comparação com o varejo físico. Na média, diz a e-bit, lojas em shoppings e nas ruas permitem parcelamentos em até seis vezes, ao passo que na web esta opção é encontrada em até 12 parcelas.

Fonte: Info Plantão

produtos mais vendidos no natal 2007

Assim como no varejo tradicional e nos shoppings, os adeptos às compras pela Internet não pararam de clicar neste Natal e as expectativas de crescimento com relação a 2006, mais uma vez, se confirmaram.

Pelo acompanhamento que a e-bit faz do setor, era esperado que as lojas virtuais atingissem no período de 15 de novembro a 23 de dezembro um faturamento de aproximadamente R$ 1 bilhão. Entretanto esse valor foi superado e o comércio eletrônico alcançou R$ 1,081 bilhão.

Dessa maneira, enquanto as lojas de rua e os shoppings cresceram, segundo o Índice Serasa e a Alshop, 9,9% e 12% respectivamente, o e-commerce elevou suas vendas em 55% se comparado ao mesmo período do ano passado.

Entre as categorias de produtos mais vendidas, itens de alto valor agregado como Eletrônicos, Artigos de Informática e Telefonia Celular, que foram as grandes apostas de vendas para a data comemorativa, tiveram 17%, 13% e 11% de participação em volume de pedidos, ocupando o 1°, 3° e 4° lugar no ranking respectivamente. No Natal de 2006, essas mesmas categorias ocupavam o 2°, 5° e 4° lugar na tabela com participações de 15%, 8% e 9% respectivamente.

A principal mudança no ranking ocorreu com a categoria de Títulos de CD, DVD e Vídeo que ocupou durante muitos anos a 1ª colocação, passando agora ao 5° lugar com 11% das vendas.

O aumento da participação de televisores, computadores, celulares, notebooks e tocadores de MP3 no carrinho de compras do consumidor virtual sobre o total de pedidos efetuados durante o período, elevou o tíquete médio de R$ 304 para R$ 308.

Os motivos apontados pelo diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, para esse recorde de vendas são as facilidades oferecidas pelo canal, o constante aprimoramento da logística de entrega e a comodidade que encanta os e-consumidores.

“Produtos importados como Eletrônicos geralmente são mais baratos pela Internet, além das políticas de parcelamento e entrega no prazo que são motivadores para que os consumidores procurem, com cada vez mais freqüência, esse canal de compra”.

De acordo com o Índice e-bit/Pwc, calculado pela e-bit durante o período em que as compras natalinas foram efetuadas, a satisfação do consumidor se manteve próxima a 86%, sendo que o percentual de pedidos que teve todos os produtos entregues dentro do prazo prometido pelas lojas chegou a 77%.

 

 

Fonte: e-bit

Mulheres já representam metade no e-commerce

No ano 2000, as mulheres representavam cerca de 37% dos e-consumidores, hoje o percentual feminino já é de 50%, sendo que, em determinados períodos, elas ultrapassam o público masculino atingindo 51% do total de pessoas que compram pela rede, informa o site InfoMoney. Os dados são da 18ª edição do Web Shoppers, Raio-X do e-consumidor brasileiro, pesquisa realizada pela Câmara e-net (Câmara Brasileira de Comércio Eletônico).

De acordo com o estudo, o dia-a-dia da mulher moderna faz com que cada vez mais ela busque a internet como canal de compras, devido à facilidade e rapidez que as lojas virtuais oferecem.

Gastos
Entretanto, revela a pesquisa, apesar do crescimento, as mulheres ainda gastam menos que os homens nas compras virtuais. Nos seis primeiros meses deste ano, o valor médio das compras femininas na rede foi de R$ 272,00 enquanto que os homens gastaram R$ 375,00, 38% a mais.

Segundo o estudo, isso acontece porque as compras femininas estão concentradas em produtos de menor valor, como livros, Saúde e Beleza e Moda. Já os gastos masculinos são relacionados com produtos de informática e eletrônicos, que possuem maior valor agregado.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Vendas pela internet

O faturamento do comércio eletrônico no Brasil deve fechar o ano com crescimento de 35% sobre 2007, aponta relatório divulgado pela consultoria e-bit. De acordo com o levantamento, as vendas on-line devem atingir faturamento de R$ 8,5 bilhões.

A consultoria afirma que o resultado no comércio eletrônico está relacionado ao aumento no número de consumidores, que cresceu 42% de janeiro de 2007 a junho de 2008. ” Isso significa que as lojas virtuais conquistaram cerca de 3,5 milhões de novos compradores. Só no primeiro semestre deste ano o faturamento foi de RS 3,8 bilhões”, afirma a e-bit.

Atualmente, mais de 11,5 milhões de pessoas,segundo a consultoria, ja experimentaram comprar algum tipo de produto pela internet.”As principais vantagens que atraem os consumidores ao mundo digital são, as práticas de preços mais baixos, financiamento facilitado, frete grátis, facilidade de compra, além da praticidade em comparar preços de produtos”.

Outro ponto abordado pela e-bit para justificar o aumento das vendas pela internet trata da expansão das vendas de computadores no país.

Fonte: E-bit

Transações seguras pela internet

A internet tem se mostrado, nos últimos anos, uma ótima ferramenta para se adquirir produtos. Ela permite, por exemplo, que o consumidor faça comparação de preços e realize pesquisas detalhadas sobre funcionalidades dos produtos. E o melhor: tudo pode ser feito com apenas alguns cliques e em qualquer horário.

Não é à toa, portanto, que o comércio on-line brasileiro está aquecido. De acordo com a consultoria e-bit, as vendas pela Internet movimentaram 3,8 bilhões de reais no primeiro semestre de 2008, um aumento de 45% em relação ao mesmo período do ano passado. O número de consumidores virtuais também aumentou, indo para 11,5 milhões, um salto de 42% em relação aos seis primeiros meses de 2007.

Apesar de tantos números positivos, é comum o brasileiro ficar intrigado e ter algumas dúvidas no momento de realizar as compras. Afinal, como identificar se um site é realmente seguro? O que fazer para proteger senha e dados do cartão de crédito?

Não existe um manual de instrução. Mas, se colocadas em prática, algumas dicas podem propiciar resultados bem positivos. Vamos a elas: nunca acesse sites de comércio eletrônico ou internet banking através de computadores de terceiros; utilize sempre um computador pessoal com antivírus e certifique-se que o endereço apresentado em seu browser corresponde ao site que você realmente quer.

Além disso, não utilize links recebidos por e-mail e certifique-se que o site a ser navegado é seguro para, por exemplo, pagamentos on-line. O ideal é que a URL tenha protocolo HTTPS (HyperText Transfer Protocol Secure), ou seja, que comece por https://, diferente do habitual http://. Isso permite que os dados a serem transmitidos sejam encriptados e a autenticidade do servidor e do cliente pode ser verificada através de certificados digitais. O símbolo cadeado também é importante e deve estar presente na barra inferior da janela do browser ou, se for Internet Explorer 7, na direita da barra de endereços.

É aconselhável também não clicar em propagandas que prometem levá-lo a um determinado site. Prefira sempre digitar o endereço na barra do navegador quando quiser visualizar uma página específica. Mantenha também o browser sempre atualizado e com todas as correções aplicadas.

Vale configurar o programa de e-mail para não executar programas automaticamente; desconfiar de empresas que pedem depósito e não dão opção de pagar com cartão; e realizar transações somente em sites de instituições que considere confiáveis, preferindo lojas grandes e conhecidas. Sempre é recomendável não colocar senha ou dados pessoais em e-mails, mesmo que eles tenham sido enviado pela loja.

Tenha como hábito buscar no site informações de endereço físico da loja e dos telefones. Ao realizar a compra, atente-se ao prazo de entrega, formas de pagamento, fornecimento de nota fiscal, tempo de garantia e em que ocasiões o produto poderá ser trocado.

Certifique-se que essas políticas realmente existem e, por fim, tire todas as suas dúvidas no atendimento on-line, oferecido pela maioria das lojas. Aproveite esse espaço e questione sobre as características e funcionalidades do produto. Aumente a cautela quando as questões não forem respondidas. Depois dessas dicas, é só pesquisar, clicar o mouse e fazer boas compras!

Fonte: E-bit

Dicas para os lojistas venderem mais no Natal

No período de compras natalinas, que tem início no sábado (15/11) e vai até o dia 24 de dezembro, o comércio eletrônico brasileiro deve faturar 1,35 bilhão de reais, segundo a consultoria do e-bit. E já que comprar pela internet virou hábito de 7 milhões de brasileiros, de acordo com a Visa, é muito importante investir nessa data tão especial garantindo assim uma lucratividade maior no final do ano. Confira algumas dicas abaixo para potencializar as vendas em sua loja:  

1. Atendimento
Os clientes que compram nas lojas deixam suas impressões pela internet através de comentários nos órgão de defesa do consumidor. O atendimento prestado a esses clientes precisa ser satisfatório, por isso deixe visível o telefone de contato na página inicial de sua loja virtual para que o cliente possa entrar em contato para dúvidas ou elogios. O mais difícil não é conquistar clientes, mas sim manter-los!

2. Selos de qualidade
A idoneidade da loja é super importante, aconselhamos apresentar selos de qualidade. Estes selos garantem um o status de loja qualificada no mercado.

3. Layout de qualidade
Ele é o espelho de sua loja, trabalhe bem sua diagramação, equilíbrio de cores para não ficar carregado e manter o contraste perfeito. Confira sempre as campanhas do momento, veiculadas pelo shopping virtual MegaOmni.com para adequar sua loja e prepará-la para ter sucesso nas vendas.

4. Políticas de privacidade, segurança, troca e devolução
Tenha em sua loja as políticas de privacidade, segurança, troca e devolução preenchidas para que os clientes consigam acessá-las. Adicione um bom texto, a leitura é necessária para que o usuário entenda como o processo ocorrerá em caso de algum problema. A Lei exige que as empresas tenham políticas bem claras em seu site. Isso certamente aumentará a credibilidade da sua loja virtual. Tenha também em seu cadastro a opção de ‘opt-in’ ou ‘opt-out’ para que o cliente escolha se quer ou não receber ofertas da loja.

5. Opções de pagamento
É possível perceber a credibilidade de uma loja online quando chega a hora de pagar pelas compras.  Apresente aos seus clientes várias formas de pagamento e diversas bandeiras de cartão de crédito. As empresas são auditadas para a verificação de sua segurança antes de oferecerem estas opções.

6. Pagamento ‘intermediado’
Os ‘intermediários financeiros’ do Brasil são o Pagamento Seguro e o Pagamento Digital. Usando estes serviços, o lojista manda o produto para o cliente e só após seu recebimento o usuário avisa o serviço, que libera seu dinheiro para a loja. De um modo geral, estas lojas, por menores ou novas que sejam, podem ser consideradas confiáveis.
 
7. Imprima os dados da compra
Guarde todos os e-mails e as formas de contato com o cliente como os dados de transação. Isso é documento e pode ser usado futuramente.
 
8. Acompanhamento do pedido
No boom de vendas no fim do ano pode tornar o processo um pouco desorganizado. É interessante acompanhar o resultado final das entregas. As empresas com foco em e-commerce apresentam este serviço para os clientes.

Fonte: Omniblog